segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Moda para pessoas mortas"




Pia Interlandi, estilista australiana, cria roupas para serem usadas por defuntos no seu enterro.

A roupa dos mortos é diferente da dos vivos, porque não têm como fim oferecer calor, proteção e comodidade, diz Pia. O objetivo é enfeitar o corpo para o pós-vida.

 
Em seus desenhos estão intrincadas memórias da perda de parentes e de desconhecidos, assim como conhecimentos adquiridos através de experimentos científicos.
 
O trabalho incorpora ideias da morte, com seus rituais e transformações, e é resultado de uma profunda reflexão sobre a vida e nossa passagem por ela. "Minha roupa é para pessoas que estejam pensando no final da vida e naquilo que valorizam".
 
A estilista explica que para desenhar a sua roupa leva em conta não apenas os que morrem, mas também os que ficam vivos. "Eles (os vivos) necessitam sentir que a pessoa que morreu está protegida, que é amada, que está coberta, que não está nua", reflete.

"Em minha experiência com meu avô, foi reconfortante ver que ele já não sentia dor, que o que o mantinha vivo já não estava mais lá, e que tudo o que restava era a carapuça."
"Mas é preciso proteger essa carapuça, porque existe um vínculo sentimental com ela, com a sua aparência." Para Pia, "vestir um ser amado é um processo imensamente poderoso, e embora não seja para todos, recomendo às famílias que participem".


E você, o que acha disso? Já parou para pensar sobre o assunto?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

11 de Setembro - Luto Mundial

Uma nação que ainda tenta compreender o significado do acontecimento, tenta dar sentido a ele!

Para homenagear as vítimas e também os heróis que arriscaram suas vidas, o diretor Spike Lee lançou esse videoclipe que contou com diversas crianças novaiorquinas que agradeceram os bombeiros através da música.

Compartilhando

Saudade (Pablo Neruda)


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já…

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida…

Saudade é sentir que existe o que não existe mais…

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam…

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido!

Poema enviado por uma de nossas clientes do Instituto do Luto.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Música da semana: "Bye Bye - Mariah Carey"

     Escrita por Mariah Carey e co-produzida por Stargate, "Bye Bye" é uma música sobre a morte. Segundo a cantora essa música  é "para as pessoas que acabaram de perder alguém", disse ainda que fez essa canção em homenagem a todas as pessoas que passaram e marcaram sua vida , em especial para o seu falecido pai.

     Abaixo segue a tradução em português!


Adeus 
Essa é para as pessoas Que já perderam alguém
Seus melhores amigos, seus filhos
Seu homem ou sua mulher
Coloque suas mãos bem para cima
Nós nunca diremos adeus

Mães, pais, irmãs, irmãos
Amigos e primos
Essa é para o meu povo Que perdeu suas avós
Levante sua cabeça ao céu
Porque nunca diremos adeus

Enquanto criança, houve tempos em que
Não compreendia,
mas você me mantinha na linha
Eu não sabia o porquê
Você não aparecia às vezes
Aos domingos de manhã e eu sentia sua falta
Mas estou feliz que conversamos sobre isso
Todos aqueles problemas de gente grande
Que as separações trazem
Você nunca me deixou saber
Você nunca demonstrou
Porque você me amava
e obviamente
Há muito ainda o que dizer
Se você estivesse aqui comigo hoje
cara a cara

Eu nunca soube que podia ser tão doloroso
E a cada dia que a vida passa eu desejo
Poder falar com você por um tempo
Sinto saudades mas eu tento não chorar
Enquanto o tempo passa
E é verdade que você
Atingiu um lugar melhor
Mas eu ainda daria o mundo para ver seu rosto
E estar bem a seu lado
Mas é como se você tivesse ido cedo demais
E agora a coisa mais difícil de fazer
É dizer adeus

Você nunca teve a oportunidade de ver
O bem que eu fiz
E você nunca teve a chance
De me ver de novo em primeiro lugar
Eu queria que você estivesse aqui
Para celebrarmos juntos
Eu queria que pudéssemos
Passar os feriados juntos

Eu lembro de quando você costumava
Embalar-me para dormir
Com o ursinho de pelúcia que me deu
E que eu abraçava bem forte
Eu achava que você era tão forte
Que iria passar por qualquer adversidade
É tão difícil aceitar o fato de que
Você se foi para sempre

Eu nunca soube que podia doer tanto
E a cada dia que a vida passa eu desejo
Poder falar com você por um tempo
Sinto saudades mas eu tento não chorar
Enquanto o tempo passa
E é verdade que você
Atingiu um lugar melhor
Mas eu ainda daria o mundo para ver seu rosto
E estar bem a seu lado
Mas é como se você tivesse ido cedo demais
E agora a coisa mais difícil de fazer
É dizer adeus

Então essa é para o meu povo que já perdeu alguém
Levante suas mãos para o céu
Porque nunca diremos adeus!

E Você tem alguma música que goste muito e que te faça lembrar de alguém especial? Sim? Então nos escreva contando sobre isso: institutodoluto@grupobompastor.com.br
Estamos esperando o seu contato!

Bom final de semana e até semana que vem!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

"Compartilhando..."

     Uma de nossas clientes do Instituto do Luto pediu para que nós colocássemos no blog o texto que vocês vão ler abaixo. 
     Esse texto tem um significado muito importante para ela e de certa forma a confortou no momento que ela diz ser o mais difícil de sua vida. A intenção dela é poder compartilhar com vocês e quem sabe "confortar" ou pelo menos fazer vocês pensarem a respeito dessa vivência  tão dolorosa mas inevitável que ela e acreditamos que muita gente esta enfrentando nesse momento: a perda de alguém tão querido!

                            "A Morte não é Nada" - Santo Agostinho


"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente, a vida
continua, linda e bela como sempre foi.”

     Para alguns esse texto poderá ter o mesmo sentido que teve para a nossa querida cliente, um "conforto", um "alívio" momentâneo.
     Para outros esse texto pode não ter significado nada. E isso também é totalmente compreensivo! Como sabemos o Luto é um processo ÚNICO! Cada pessoa reage de uma forma e o enfrenta de sua maneira, claro que as nossas crenças influenciam nisso também!

     Agradecemos imensamente a nossa cliente por compartilhar conosco algo tão significativo e pessoal para ela.
     Se você também tem algo a compartilhar, não se esqueça: institutodoluto@grupobompastor.com.br
     Um beijo carinhoso,
     Até!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"Luto e a sua cor"

     Gerações antigas tinham o costume de marcar o luto através do traje. Era comum sair as ruas e encontrar principalmente senhoras vestidas de preto. Não precisava pensar muito para saber que aquela pessoa estava em luto. 


     Mas você sabe porque a cor "preta"?

     Em nossa cultura, o preto é usado para representar o luto. A utilização da cor preta em trajes para demonstrar o luto  não é universal. A cor preta é particular à sociedades Ocidentais já que a cor é associada a sentimentos ruins, tristeza e significa que a pessoa está fechada para as emoções. A vestimenta é uma forma de comunicar ao mundo uma situação especial vivida pela pessoa, ajudava as outras pessoas a identificar quem estava vivenciando um luto.

     Em certas regiões do Oriente, onde a morte é encarada como desprendimento e paz interior, o luto é representado pela cor Branca, que está associada à calma e à paz.    

     Hoje em dia o uso do preto nessas situações está em desuso, especialmente nas grandes cidades, mas já foi uma tradição em nossa cultura. Esse tipo de traje é ainda visto em falecimentos de políticos, celebridades, filmes e novelas:

   Dilma e Lula no velório de José Alencar.


   Familiares e amigos no enterro de Michael Jackson.


Intérpretes de Norma e Léo em cena de Insensato Coração.

     Queremos ressaltar que independente da cor da roupa, o que deve-se priorizar é a vivência do processo do luto. O luto não é uma doença, mas pode vir a ser se você não o viver. E esse é o objetivo do Instituto do Luto Bom Pastor: fazer com que você viva melhor o seu luto!

     Estamos a disposição: institutodoluto@grupobompastor.com.br
     Um forte abraço e até Breve!


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Homenagens para Amy Winehouse...

     Neste último sábado, faleceu Amy Winehouse, 27 anos. Ainda não se tem uma conclusão sobre o motivo de seu falecimento.
     Sua morte é lamentada por milhares de fãs que desde sábado prestam homenagens à cantora na porta de sua casa, em Londres.
     As homenagens mostram a importância que Amy teve na vida de quem ficou. Uma maneira dos fãs enlutados demonstrarem todo carinho e admiração pela cantora.


      Os familiares e amigos se reuniram hoje (sexta-feira) para celebrar a vida de Amy e comemorar os momentos bons que ela viveu. Os pais também doaram algumas peças de roupas da cantora para alguns fãs que ainda se mantinham em frente a sua residência.

     Hoje em dia é muito comum durante o cerimonial funerário haver homenagens ao falecido com o objetivo não somente de amenizar a dor da perda, como também de tornar aquele momento especial e único.

     Aos familiares, amigos e fãs de Amy nossos sinceros pesares.


terça-feira, 19 de julho de 2011

"A importância dos Rituais Fúnebres"


      Todos nós algum dia, já estivemos presentes em um funeral, seja de conhecidos, parentes ou até mesmo de pessoas da nossa própria família.
Mas você sabe a importância que essa cerimônia tem?
Já parou para pensar por que essa cerimônia existe?

      A cerimônia funerária nos ajuda a "enxergar" a difícil realidade - o falecimento de uma pessoa querida. Através dela, nos conscientizamos a respeito da perda. Antes de acontecer o funeral, temos a sensação que "a ficha ainda não caiu".
      É um local onde compartilhamos a dor que sentimos. Talvez seja hoje, o único momento e lugar em que as pessoas permitem expressar o que estão sentindo, pois sabem que nesse ambiente essa expressão é aceita e a sociedade não irá puni-lo.
     Através dessa cerimônia podemos homenagear a pessoa que faleceu.
     A vida da pessoa falecida é reconstruída durante essa cerimônia. É comum familiares e amigos relembrarem acontecimentos e histórias vivida pelo falecido. Isso ajuda na expressão de sentimentos e afirma o valor que aquela pessoa tinha para nós.
     O funeral é importante, pois demonstramos através dele o valor que aquela perda tem para nós.
     O ritual do sepultamento para algumas pessoas enlutadas gera segurança e conforto: a existência de um corpo para enterrar e de um lugar para visitar. 
     A ida ao funeral demonstra aos familiares que eles não estão sofrendo sozinhos, que você também sente por essa perda. Nesse momento sua presença física, um abraço, são de grande importância para o enlutado, que se sente desamparado nessa hora. 

     Resumindo: os rituais fúnebres tem como principal função - ajudar o enlutado a expressar a sua dor de forma própria. 

     Você imaginava a importância desses rituais para o processo de luto?
     Vamos continuar trazendo curiosidades e mais informações sobre esses rituais - Aguardem!

     Não esqueçam: institutodoluto@grupobompastor.com.br
     Estamos muito felizes com a participação de vocês, sempre opinando e dando sugestões. Esse retorno que vocês nos dão é muito importante para nós! 
     É muito bom poder contar com vocês!
     Até a próxima...  
     


terça-feira, 12 de julho de 2011

"Luto no Ambiente Escolar"

     Na semana passada discutimos a importância de se falar sobre a morte com as crianças.
     Sabemos que a escola é um ambiente em que as crianças permanecem por um longo período e que possui um papel fundamental para o desenvolvimento.
     Dessa forma, como os educadores lidam com a questão da perda em sala de aula?  Falar sobre a morte nesse ambiente facilitaria o entendimento do processo de luto? Evitar tocar no assunto pode diminuir o sofrimento de uma criança que passou por uma perda recente?

    
     Quando um aluno (a) perde alguém da família...
     Acreditamos que o assunto deve ser discutido em sala para que elas tenham a oportunidade de trocar experiências, opiniões com os outros colegas e também encontrar apoio e acolhimento para lidar com o sofrimento. Essa troca de experiências conforta e auxilia na expressão de sentimentos. Deve-se trabalhar a questão com a classe com o objetivo de acolher as inquietações de cada aluno e esclarecer dúvidas sobre o tema que podem surgir.
     Os educadores devem ficar atentos as reações do aluno (a), pois crianças que sofreram perdas podem apresentar mudanças de comportamentos e queda no rendimento escolar.

     Importante para os educadores:
- Respeitar como o aluno irá agir é fundamental.
- Se aproxime com delicadeza.
- Fique sempre por perto, é importante ele se sentir seguro.
- Não queira dizer algo para consolar, lembre-se que ninguém consegue diminuir o sofrimento de ninguém! Você pode estar junto, ajudá-lo a enfrentar e encarar esse sofrimento.
- Permita que o aluno expresse sua dor, não puna!
- Pergunte se ele mesmo quer contar aos colegas o que aconteceu ou quer que você o faça. Independente da resposta, forme um círculo e depois de dar a notícia aos demais aluno, pergunte se alguém mais já passou por isso, como foi.

     Outras situações que envolvem perdas e que precisam ser trabalhadas com as crianças:
- Separação dos pais
- Morte de bicho de estimação
- Mudança de escola, cidade, bairro.

     Dicas de livros que podem ajudar para trabalhar esse tema com as crianças:




Livro: Versos para entender o Luto - Para sempre no meu coração.
Autor: Annett Aubrey









Livro: Por que o Elvis não latiu?
Autor: Robertson Frizero








Livro: O dia em que o passarinho não cantou
Autor: Luciana Mazorra e Valéria Tinoco






    
     Se você tiver dúvidas, sugestões ou quer compartilhar conosco sua experiência sobre esse e/ou outros temas, escreva para nós: institutodoluto@grupobompastor.com.br
     Teremos o prazer de receber seu email!
     Até a próxima!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Devemos falar sobre a morte com as crianças?



Falar da morte às crianças, é sempre difícil!
Mas por que?

      Porque essa dificuldade é resultado da forma como nós entendemos e pensamos a respeito da morte. 
      Para a maioria dos adultos a morte é vista como algo misterioso, doloroso e angustiante, da qual não se deve falar. Dessa forma, é natural que tenhamos receios e que seja dificil explicar para os pequenos esse acontecimentos que faz parte da vida de todos.
      Um comportamento muito comum emitido pelos familiares é tentar poupar as crianças da morte ou do conceito de morte achando que são muito pequenas para entender. 
      Esses familiares estão equivocados, essa atitude mostra mais uma vez a dificuldade que os próprios adultos têm em lidar com a morte. 
      Outro erro cometido por pais e familiares são explicações abstratas e irreais na tentativa de evitar que as crianças sofram: "fulano partiu", "fulano foi morar no céu", "fulano bateu as botas", "foi para o andar de cima", "virou estrelinha", "foi viajar", "esta dormindo".
      As crianças a partir dessas explicações começam a fantasiar e gerar uma angustia. Vários questionamentos surgem na cabeça das crianças: "Se eu dormir eu também não vou mais acordar?", "Se ela virou uma estrelinha e foi para o céu, por que eu não posso ir também?", "Quando uma pessoa viaja, ela não volta mais?", "Se o céu é um lugar bonito, por que as pessoas choram quando as outras vão para lá?".    

Como uma criança entende a morte?

      Antes dos 5 anos as crianças entendem que a morte é reversível. Acreditam que a qualquer momento a pessoa que morreu possa voltar.
      Entre 5 e 10 anos crianças começam a entender que a morte é irreversível e que somente pessoas velhas e vítimas de acidentes morrem. 
      Após os 10 anos passam a entender que a morte é parte natural das coisas e que pessoas morrem em todas as idades e por diversas razões. 

O que dizer sobre a morte e como agir diante de uma criança?

      Quando uma pessoa da família morre, essa notícia deve ser dada a criança por uma pessoa próxima e em quem ela confie.
      Essa notícia deve ser dada de uma forma clara e simples. Use a palavra morte ou morreu e deixe claro que o que aconteceu é irreversível, para a criança não criar expectativas e fantasias.
      Não tente esconder sua dor para a criança. Chorar na frente da criança é uma forma de dizer que ela pode chorar também. É importante explicar que a tristeza é normal e que é preciso expressá-la. 
      Após contar sobre a morte, é necessário dizer a criança o que acontecerá: velório e funeral. Se ela demonstrar interesse é importante levá-la ao velório, enterro, explicando com palavras simples o que se passa.
      Jamas esconda a notícia. Mesmo crianças pequenas devem participar do luto em família, para não se sentir excluídas ou culpadas pela morte.
      É importante após o funeral, manter fotos e lembranças da pessoa falecida para poder conversar sobre isso com a criança. Isso irá ajudar a construir um novo vinculo da criança com a pessoa que faleceu.
      É aconselhável ouvir o que ela tem a dizer, tentar responder as suas perguntas e ajudá-la a expressar o que está sentindo. 

Quando devo começar a falar da morte com uma criança?

      Muitas pessoas esperam o falecimento de alguém próximo para a partir daí conversar e introduzir o assunto morte com uma criança. Porém muitas outras perdas ocorrem na vida de uma criança que precisam ser acolhidas e trabalhadas. 
      Uma oportunidade para começar a falar da morte e ajudar a criança a compreender isso como natural é a morte de uma planta, uma flor, ou até mesmo conversar sobre o animal de estimação que esta doente, conversar sobre o peixinho que morreu. 
      As histórias infantis podem ser usadas para desmistificar o tema da morte para a criança. 

      Lembre-se: se os pais mostrarem com naturalidade o ciclo da vida, a criança lidará com a morte sem maiores problemas.  

Se estiver enfrentando uma situação semelhante a essa e não souber como agir, escreva para nós. Teremos o prazer de lhe acolher e orientar quanto ao que pode ser feito.
Email: institutodoluto@grupobompastor.com.br